{Posted in 10/01/2012, with 518 notes (via/original) Reblog!}

{Posted in 02/01/2012, with 1489 notes (via/original) Reblog!}

{Posted in 02/01/2012, with 56986 notes (via/original) Reblog!}

Conta uma lenda árabe que dois amigos que viajavam pelo deserto certo dia discutiram. Um deles esbofeteou outro, que ofendido e sem nada dizer escreveu na areia “Hoje, meu melhor amigo me bateu no rosto”. Mais tarde fizeram as pazes e seguiram viagem. Ao chegar a um oásis resolveram tomar banho. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, mas o amigo salvou-o. Quando recuperou escreveu numa pedra “Hoje meu melhor amigo salvou-me a vida”. Intrigado, o amigo perguntou: - Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora escreveu na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu: - Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar. Porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar 

{Posted in 31/12/2011, with 3707 notes (via/original) Reblog!}

{Posted in 30/12/2011, with 1428 notes (via/original) Reblog!}
{Posted in 28/12/2011, with 2075 notes (via/original) Reblog!}
realidade-paralela:

O fim de ano me deixa num estado depressivo. Nunca irei entender o motivo pelo qual isso acontece, mas creio que seja pelo fato de mais um ano estar acabando e tudo ter continuado na mesma situação de sempre. Por contabilizar minhas perdas do ano, e perceber que várias pessoas que juraram nunca me abandonar foram embora sem nem ao mesmos se despedir - simplesmente foram, sem sequer olhar para trás. Mas como diriam aqueles insuportáveis jingles de fim de ano que passam o tempo todo na TV, é preciso ter esperança. Ou pelo menos criar a ilusão de que há esperança. Precisamos acreditar que no ano que vem as coisas irão mudar, mesmo sabendo que ano após ano, as decepções continuam sempre iguais. É isso o que nos mantém de pé. (Henrique Dias)

realidade-paralela:

O fim de ano me deixa num estado depressivo. Nunca irei entender o motivo pelo qual isso acontece, mas creio que seja pelo fato de mais um ano estar acabando e tudo ter continuado na mesma situação de sempre. Por contabilizar minhas perdas do ano, e perceber que várias pessoas que juraram nunca me abandonar foram embora sem nem ao mesmos se despedir - simplesmente foram, sem sequer olhar para trás. Mas como diriam aqueles insuportáveis jingles de fim de ano que passam o tempo todo na TV, é preciso ter esperança. Ou pelo menos criar a ilusão de que há esperança. Precisamos acreditar que no ano que vem as coisas irão mudar, mesmo sabendo que ano após ano, as decepções continuam sempre iguais. É isso o que nos mantém de pé. (Henrique Dias)

{Posted in 28/12/2011, with 1627 notes (via/original) Reblog!}

{Posted in 28/12/2011, with 291 notes (via/original) Reblog!}
{Posted in 28/12/2011, with 8832 notes (via/original) Reblog!}

{Posted in 25/12/2011, with 5405 notes (via/original) Reblog!}
1 de 67 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 »